Queria pensar em forma de música. Mas se assim eu fizesse, não seria redatora, seria compositora. Pensar musicalmente, olha que lindo! Tê Tê Tê, Têtêretê!
E foi pensando nisso que surgiu inspiração para este post. É que ontem pesquisei sobre a Tiê e sobre a Tulipa, duas preciosas cantoras cujas belas músicas tenho ouvido com frequência. Meu amor declarado pela Tulipa não é novidade, mas a Tiê é fofinha, gracinha e pega embalo no mesmo bonde.
E aí entra minha raiva já declarada para críticos de plantão que adoram falar mal dessas novas cantoras que têm surgido. Qual o problema, porra? Quer dizer que só podemos ouvir Marisa Monte, Adriana Calcanhoto e Maria Bethânia? Porra! As coisas evoluem, ressurgem, renascem, nascem. O planeta terra é um organismo vivo, em constante evolução. Ou evolui, ou desaparece. Ou mantêm-se no mesmo lugar, feito pedra. Mas se parar para pensar, até as pedras sofrem ação do vento e vão se modificando ao longo dos anos. Não é?
Não vejo problema algum em ouvir Tiê, Letuce, Karina Bhur, Mariana Aydar, Roberta Sá. Deixem essas moças! Deixem-nas se abrir, fazer sua música, inventar novos ritmos ou fazer tudo igual. Deixem!
Nossa, fiquei tão tocada que estou me sentindo uma revolucionária, e isso eu sei que não sou. Mas vamos às músicas e comprovem vocês mesmos que tem espaço pra todas no dial. Basta saber procurar a melodia certa, que mais lhe agrade e ouvir só o que lhe interessa. Ou você já foi obrigado a ouvir Roberta Miranda e Baby do Brasil antes? (Depende de que canal de televisão você assiste, né bebê?).
Tulipa, a rainha das princesas
Tiê
Letuce
Roberta Sá
Fonte da foto: Weheart.it

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