A mostra teve início no dia 26 e só consegui ir no domingo. Vi As Flores de Kirkuk, um longa coproduzido por Itália, Suíça e Iraque. As companhias ajudaram a não dormir mais de 1h40 minutos. O restante, só meu inconsciente viu.
:: Impressões
O filme tem uma história meio clichê, mas como é uma história de amor, gosto mesmo assim. Só que não senti emoção nenhuma, por isso dormi. Roteiros bons e uma direção impecável nos deixam acordados, independente da hora que for. As Flores de Kirkuk não tinha nenhum nem outro. O que mais marcou foi saber a brutalidade com que as mulheres iranianas e curdas são tratadas. E como eu não desejaria viver naquele país sem árvores, sem ventilação, sem vida.
E não teve cena nenhuma, das poucas que vi, capaz de me dar aquele frio na espinha, aquela vontade de chorar. Mas se tiver interesse, veja o trailer:
:: Prefiro o ADAM!
Cheguei em casa após um soninho gostoso no ombro do meu marido e resolvi assistir Adam. Para quem não conhece esse longa de 2009, trata-se de uma história de amor impressionante. Mas se eu contar estraga! Então já para a locadora.


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